sexta-feira, 28 de julho de 2023
Memórias das famílias na Casa de Sanhoane de Riba - Bucos
A família Henriques é uma linhagem ancestral que remonta a 1677, com casamentos e descendência registrados em memórias paroquiais ao longo dos séculos, até a atualidade.
Em 1677 - 06 - 18, as memórias paroquiais referem o casamento de Simão Delgado e Margarida Francisco ou Francisca da Casa de Sanhoane.
Família de nome Delgado/Francisco(a).
Primeira família de Casa de Sanhoane de Riba.
Depois é referido o casamento de António Delgado, desta casa, com Ilena Oliveira da Casa do Ruival.
Família Delgado/Oliveira.
Em 1747 - 01 - 22, as memórias paroquiais referem o casamento de João Delgado, desta casa, com Ana Domingos ou Domingues.
Família Delgado/Domingues
Sem data, referem o casamento de Catarina Delgado com Manuel Henriques.
Família Delgado/Henriques
Mudança de Delgado para Henriques
Posteriormente, referem, sem data, o casamento de Domingos Henriques, desta casa, com Maria Alvarez do Lugar de Paredes, Freguesia de Salto.
Família Henriques/Alvarez.
Em 1803 - 06 - 05 é referido o batismo do filho José, desta casa, nascido em 30/05.
Referência a José henriques Basto ou Bastos, nascido em 1812, desta casa, casou com Maria Gomes da Casa da Pereira.
Família Henriques/Gomes
Em 1844, as memórias paroquiais referem o casamento de António Henriques Basto, desta casa, com Luiza Fernandes da casa de Cortezelas.
Família Henriques/Fernandes
Em 1900, casamento de José Henriques Basto ou Bastos com Maria Vieira da Casa de josé.
Família Henriques Basto/Vieira.
Em 1953, morre José Henriques e a casa passa para a família Henriques Braz
Até aos dias de hoje.
segunda-feira, 8 de maio de 2023
Casa Rural de Sanhoane de Riba - Bucos
A Casa de Sanhoane de Riba preserva a história de uma família ao longo de séculos, testemunhada pelas memórias paroquiais que remontam a 1677, ano em que ali se regista o casamento de Simão Delgado com Margarida Francisca. Este primeiro registo conhecido marca o início da presença documentada da casa na história local.
Ao longo do tempo, a Casa de Sanhoane de Riba manteve-se ligada à família Basto, sendo que, em 1953, ali faleceu José Henriques Basto, o último representante dessa linhagem a habitar a casa. Após o seu falecimento, a propriedade passou para Custódio Henriques Braz, filho da Irmã Maria e sobrinho de José Henriques Basto.
Com esta sucessão, a Casa de Sanhoane de Riba integrou o património da família Braz, permanecendo até aos dias de hoje na posse dos seus herdeiros. Atualmente, a casa é propriedade de Manuel Braz, filho de Custódio Henriques Braz, continuando a guardar e a transmitir a memória familiar e histórica que lhe está associada.
MEMÒRIAS DA CASA DE SANHOANE DE RIBA - BUCOS
A minha família possui uma história rica e profundamente enraizada, que remonta ao início do século XIX e está intimamente ligada à Casa de Sanhoane de Riba. Foi ali que, em 1812, nasceu José Henriques Basto e, mais tarde, em 1838, o seu filho, António Henriques Basto, meu bisavô.
Na minha infância, o meu tio-avô José era conhecido por “San de Riba”. Costumava pernoitar na casa com esse nome, e tudo ali era identificado como “San” ou “São de Riba”, designação que marcou gerações e permaneceu viva na memória familiar. Foi precisamente nessa casa, em 1838, que nasceu o meu bisavô António Henriques Basto.
António Henriques Basto casou com Luiza Fernandes, natural da Casa de Cortezelas, minha bisavó. Era filho de José Henriques Basto, nascido em 1812, e de Maria Gomes, meus trisavós, ambos da Casa de Sanhoane de Riba. Deste casamento nasceram três filhos: José, Maria e Joaquina.
O filho José Henriques Basto permaneceu na Casa de Sanhoane, onde deu continuidade à linhagem familiar, tendo casado com Maria Vieira, da Casa de José. Faleceu em 1953. Joaquina casou com Dourado, das Casas de Baixo, em Teixugueiras, junto ao rio Douro. Maria, por sua vez, casou com Manuel Braz Júnior, da Casa da Pereira, meus avós.
Deste último casamento nasceu o meu pai, Custódio Henriques Braz, a 31 de maio de 1920, que mais tarde casou com Ana de Oliveira, natural de Urjais. O meu bisavô António Henriques Basto faleceu em 1908, deixando um legado familiar que atravessa gerações e permanece ligado à história da Casa de Sanhoane de Riba.
sábado, 22 de abril de 2023
Memórias de Bucos - Lugares de Bucos
A Freguesia de Bucos, localizada em Portugal, é um território rico em recursos naturais e culturais, com vários rios, fontes e poças de água, além de campos férteis e pontes históricas.
A Freguesia de Bucos é composta pelos seguintes lugares habitacionais: Bucos, Vila Boa, Carrazedo, Casares e Além do Rio. No Lugar de Bucos, encontramos outros pequenos bairros habitacionais denominados: Portela, Rechada, Deveza, Lugar, Barreiro, Touça, Souto Mouro, Igreja, Barraco, Sra dos Caminhos, Alto da Portela e Cruz de Prados. Além disso, existem fontes de água no Lugar de Bucos, como a Fonte da Vila, a Fonte da Pereira, a Fonte de Cortezelas e a Fonte do Ferreiro. Há também poças de água, como a Poça de Vales, a mais importante, e a Poça da Quelha das Nogueiras. A freguesia é atravessada pelos rios Peio, Porto Souto e Cangada, que são cruzados pelas pontes Ponte dos Moinhos, Ponte do Porto Souto, Ponte da Pereira, Ponte do Gado, Ponte da Cangada, Ponte de Maceiras e Ponte de Bouças. Alguns dos principais campos da freguesia incluem os Campos de Vales, Campos das Vessadas, Insuas, Campos da Ribeira, Cernadas, Leiras longas e Campos dos Lombos. Outros campos importantes são os Campos do Padrão, Campos de Prados, Campo dos Freixos, Campos de Fontelas, Campos dos Soutos, Campos da Felgueira, Campos das Cambelas, Campos dos Agros, Serzedos, Retortas, Campos dos Salgueiros, Lameiros, Costa, Amiais, Carvalha, Campos de Leres, Campos das Levandeiras, Campos de Urjais, Campos das Balocas, Campos dos Iteiros, Borralheiros e Linharinhos.
segunda-feira, 17 de abril de 2023
Objetos antigos de Bucos
A forquilha de madeira, a machada, o sacho, o machado, o engaço e a tesoura são objetos simples, mas fundamentais no quotidiano rural. Cada um deles reflete a ligação profunda entre o homem, a terra e o trabalho manual, transmitida de geração em geração.
A forquilha de madeira servia para manusear palha, feno ou estrume, sendo indispensável nas lides agrícolas. A machada e o machado eram usados no corte e desbaste da madeira, na preparação da lenha e na construção de utensílios e estruturas. O sacho, por sua vez, era essencial no cultivo da terra, permitindo limpar, revolver e cuidar das culturas. O engaço tinha aplicação na organização e no transporte de materiais agrícolas, enquanto a tesoura desempenhava um papel importante nos trabalhos de poda, colheita e outras tarefas de precisão.
Conjuntamente, estas ferramentas de corte, trabalho e serra representam instrumentos essenciais na construção, manutenção e sobrevivência das comunidades rurais. Elas demonstram a habilidade humana em transformar a matéria-prima da natureza em objetos úteis, revelando saberes tradicionais, esforço físico e um profundo respeito pelo ritmo da terra.
Subscrever:
Comentários (Atom)






